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1 em cada 5 candidatas foi rejeitada por gravidez, maternidade ou desejo de ter filhos

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O preconceito do mercado de trabalho em relação a mulheres e filhos não é algo exclusivo do Brasil. Relatório quadrienal feito pelo Instituto Holandês de Direitos Humanos revela que não houve melhorias, no país, sobre a pauta, desde 2012.

Para esta edição do estudo, foram ouvidas 1.150 mulheres que deram à luz nos últimos quatro anos. De acordo com os depoimentos coletados, observou-se que uma em cada cinco mulheres foi rejeitada em processos seletivos por gravidez, maternidade ou desejo de ter filhos.

34% das participantes relataram que quando estavam prestes a assinar um novo contrato, as condições mudaram ou não foram aceitas no último minuto por causa da gestação. Outras 49%, que estavam em trabalhos temporários, não tiveram seus contratos renovados e, em alguns casos, não foram convertidos em um contrato permanente por causa da chegada do bebê.

Muitas profissionais relataram, ainda, que perderam promoções, aumentos salariais ou bônus e cursos de capacitação.

Como valorizar e reter mulheres ao descobrir a gravidez e no pós licença-maternidade?

Com o objetivo de ajudar os líderes das empresas a acolherem a notícia da gestação da melhor forma, a consultoria Maternidade nas Empresas desenvolveu um e-book com o apoio do Movimento Mulher 360 com dicas para tornar esse momento o mais tranquilo e acolhedor possível. O download é gratuito e está disponível aqui.

No Brasil, segundo dados da FGV, cerca de 50% das mulheres saem do emprego, de forma voluntária ou não, após um ano e meio do retorno da licença-maternidade. O Movimento Mulher 360 reuniu no e-book Retenção de Mulheres Pós Licença-Maternidade recomendações para as empresas e traz boas práticas das associadas no episódio 5 do MM360Cast para mudar essa estatística e apoiar a carreira das profissionais que são mães.

Com informações da Revista Crescer.

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