Publicações

E a liderança? Resposta gerencial a denúncias de assédio sexual

As consequências do assédio sexual no ambiente de trabalho são devastadoras. As vítimas frequentemente desenvolvem ansiedade, depressão, angústia e, em casos extremos, comportamentos suicidas. Além disso, muitas enfrentam retaliações ao denunciar os abusos, o que prejudica suas trajetórias profissionais e dificulta a permanência no emprego. Para as organizações, os impactos também são significativos, com aumento do absenteísmo, alta da rotatividade de funcionários e danos à reputação. As pesquisas sobre o tema têm abordado os fatores que perpetuam o assédio sexual, as consequências para as vítimas e as barreiras encontradas na busca por justiça ou medidas de prevenção. Contudo, um aspecto segue pouco explorado: o papel da liderança no enfrentamento dessa violência.

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Maternidade solo e carreira: como as empresas podem apoiar mães cuidadoras principais

A maternidade solo não pode continuar sendo invisibilizada dentro das empresas. Com políticas adequadas, as companhias podem garantir que essas profissionais tenham oportunidades reais de crescimento e consigam equilibrar trabalho e maternidade com mais suporte. O futuro do mundo corporativo passa pela equidade de gênero. E a valorização das mães solo é um passo essencial nessa jornada.

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DEIP não vai acabar: guia prático para lideranças de negócios no Brasil

Elaborado por consultorias que fazem parte do ecossistema brasileiro de Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP), o guia fornece diretrizes estratégicas para pessoas profissionais da área, capacitando-as a defender e fortalecer essas iniciativas dentro das organizações. Com uma abordagem baseada em dados e boas práticas, o material apresenta argumentos sólidos para impulsionar a essas agendas e demonstrar seu papel essencial nos vetores dos negócios. Sim, podemos transformar desafios em oportunidades e criar um legado que será lembrado por gerações. O momento exige coragem. Exige que nós – como sociedade, como empresas, como lideranças – nos comprometamos a agir.

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Women in Business 2025

No ritmo atual, uma jovem que começar sua carreira hoje trabalhará por mais de 25 anos antes de trabalhar em uma empresa de médio porte que tenha alcançado a equidade de gênero em cargos de liderança. Precisamos agir agora para acelerar o ritmo do progresso em direção à equidade – devemos isso às mulheres, economias e sociedades que nos apoiam. Não podemos, simplesmente, lidar com outra geração perdida.

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Manifesto DE&I: um compromisso inabalável com o futuro

O Movimento Mulher 360 une-se a outros fóruns empresariais para manifestar seu posicionamento com relação a onda de retrocesso de algumas empresas norte-americanas na agenda de diversidade. Embora circunscritas em outro contexto, essas notícias vêm causando medo e apreensão no Brasil. O cenário é desafiador, mas traz uma oportunidade: posicionar o país como liderança global neste tema. Temos plenas condições de reivindicar este protagonismo ou, no mínimo, reafirmar que nossas empresas acreditam que a diversidade faz bem para os negócios e toda a sociedade. Em tempos de dúvida e inquietação, precisamos reforçar nosso compromisso com a pauta.

Blueprint to Close the Women’s Health Gap: How to Improve Lives and Economies for All

Publicado em 2024 pelo Fórum Econômico Mundial em colaboração com o McKinsey Health Institute, esta publicação relata que a lacuna de saúde feminina se correlaciona com mulheres vivendo com problemas de saúde por 25% a mais de suas vidas do que os homens. Fechar essa lacuna poderia render 75 milhões de anos de vida ajustados por incapacidade anualmente — o equivalente a adicionar sete dias saudáveis ​​por ano por mulher — e desbloquear US$ 1 trilhão no PIB global anual até 2040. Agora é a hora de as partes interessadas abordarem os impulsionadores da lacuna e melhorarem as vidas de mulheres, comunidades e economias ao redor do mundo.

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Diversity, Equity and Inclusion Lighthouses 2025

Este relatório fornece uma visão geral das últimas tendências e práticas emergentes na promoção da diversidade, equidade e inclusão em organizações e economias em todo o mundo. Ele se baseia no trabalho do Diversity, Equity and Inclusion Lighthouse Programme, um esforço anual para trazer à tona, destacar e dimensionar iniciativas corporativas impactantes, organizado pelo Centre for the New Economy and Society do Fórum Econômico Mundial.

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Guia Lilás - orientações para prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual e à discriminação no Governo Federal

Este Guia se propõe a ser um aliado essencial para toda a administração pública (servidores, empregados públicos, trabalhadores, gestores, ouvidorias e corregedorias, entre outros atores), oferecendo apoio e orientação valiosos durante conversas difíceis e tomadas de decisão. Entendemos que os assédios e as discriminações são problemas complexos que requerem o envolvimento de todos e todas para que sejam verdadeiramente resolvidos. Por meio do Guia, esperamos fornecer as ferramentas e recursos necessários para iniciar a jornada rumo a um ambiente mais seguro e inclusivo para todas as pessoas. Aqui, você encontra uma fonte confiável de conhecimento e inspiração, que capacita indivíduos e organizações a tomarem medidas significativas no enfrentamento ao assédio e à discriminação. Juntos, podemos iniciar a transformação necessária para construir um ambiente de trabalho seguro, onde todos possam se expressar e se desenvolver livremente.

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Pesquisa de Diversidade Geracional 2024

O envelhecimento é uma realidade inequívoca da população brasileira que traz inúmeras consequências econômicas e sociais e, portanto, para os negócios. Hoje, quatro Gerações convivem nas empresas: os Baby Boomers, nascidos entre 1945 e 1964; a Geração X, entre 1965 e 1984; a Geração Y ou millennials, entre 1985 e 1999; e a Geração Z, a partir de 2000 (vale ressaltar que esta divisão de anos pode variar entre uma pesquisa e outra). Será, cada vez mais, inevitável que a questão da diversidade geracional se imponha, mudando o perfil demográfico das empresas. Com a tendência de desaceleração da oferta de trabalho dos mais jovens e a aceleração dos mais velhos, as empresas precisarão ampliar o olhar sobre a diversidade de seus times.

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Será que é amor? Cartilha sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres

Os dados de violência contra a mulher no Brasil são alarmantes: em 2023, foram registrados mais de 250 mil casos de violência doméstica, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Reconhecer que você pode estar vivendo essa realidade é um passo difícil, mas crucial. Pensando nisso, o Espaço Feminismos Plurais convidou Rosilene Pimentel, coordenadora da Casa Rosângela Rigo, para desenvolver esta cartilha. Aqui, você encontrará informações sobre os tipos de violência, como identificar seus ciclos, onde denunciar e acessar uma rede de apoio. Também incluímos contatos de serviços públicos que integram o sistema de proteção à mulher.

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