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Closing the Gender Gap in Senior Leadership
Este relatório apresenta uma análise global e intersetorial do progresso atual rumo à paridade de gênero em cargos de liderança sênior e dos fatores estruturais que continuam a moldá-lo. Desenvolvido pelo Centro para a Nova Economia e Sociedade do Fórum Econômico Mundial como parte da Iniciativa Global de Paridade de Gênero, o relatório utiliza dados inéditos do LinkedIn Economic Graph Research Institute e da Egon Zehnder, além de estudos de caso e insights de líderes dos setores empresarial, governamental, acadêmico e da sociedade civil.

Violência contra a mulher e a sociedade
Pesquisa Datafolha encomendada pelo Movimento Mulher 360 mostra que a violência contra a mulher passou a ser percebida pela população brasileira como o principal problema de violência e criminalidade do país. Os dados revelam que muitas formas de violência psicológica e patrimonial ainda não são reconhecidas como violência por parte da sociedade. O levantamento também aponta que 74% das mulheres entrevistadas já vivenciaram alguma situação de violência de gênero, reforçando a necessidade de ampliar a conscientização, fortalecer redes de apoio e promover ações efetivas de prevenção e enfrentamento.

Women in Work 2026
Em sua 15ª edição, o Women in Work Index da PwC analisa o progresso rumo à igualdade de gênero no mercado de trabalho de 33 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A edição deste ano mostra que o Reino Unido subiu uma posição no ranking, mas o avanço estrutural perdeu fôlego. De forma mais ampla, o progresso na OCDE também se desacelerou, atingindo o ritmo mais lento desde a pandemia.

Women in Business 2026
Apesar de muitas grandes organizações terem recuado em relação às iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I) em 2024 e 2025, líderes do middle Market permanecem comprometidas: 92,7% possuem iniciativas de DE&I implementadas, e três quartos continuam a priorizar a igualdade de gênero. Esse compromisso está fundamentado não em ideais, mas em pragmatismo empresarial. Lideranças equilibradas em termos de gênero impulsionam decisões mais assertivas, fortalecem a inovação e aceleram o crescimento. Porém, para desbloquear esses benefícios, líderes devem investir de forma visível em talentos femininos e comunicar claramente o valor comercial de uma liderança diversa.

Além dos Números: os caminhos para acelerar a diversidade de gênero nos Conselhos de Administração do Brasil
A presença de mulheres nos conselhos de administração gera ganhos concretos para as organizações, ao fortalecer a governança, qualificar a tomada de decisão e ampliar a conexão com os desafios do negócio e com a sociedade. Ainda assim, os conselhos no Brasil seguem majoritariamente masculinos, apesar de as mulheres representarem mais da metade da população e do mercado de trabalho. Para contribuir com essa transformação, a EY-Parthenon, em parceria com o EY Professional Women’s Network (PWN) e o EY Center for Board Matters (CBM), realizou um estudo inédito com conselheiros, headhunters e investidores. O relatório mapeia as principais barreiras à participação feminina, identifica agentes de mudança e apresenta recomendações práticas, além de aprendizados do contexto internacional.

Percepções sobre justiça racial e desigualdade de gênero no Brasil
O estudo “Percepções sobre justiça racial e desigualdade de gênero no Brasil”, inspirado na metodologia do Edelman Trust Barometer, encomendado pelo Mover e o MM360, mostra que a sociedade reconhece as desigualdades, valoriza iniciativas inclusivas e espera que empresas e lideranças tenham papel ativo na transformação.

Diversidade nas empresas no Brasil
O estudo inédito apresenta um mapeamento da estrutura, da governança, das ações implementadas pelas empresas, além de apontar quais são as perspectivas futuras. Ele ajuda a entender como as iniciativas de DEI têm se refletido em transformações concretas nos ambientes de trabalho. Neste e-book, você confere os números exclusivos da pesquisa, análises, tendências e exemplos de companhias que incorporaram DEI em seu DNA e que, apesar do cenário adverso, não optaram pelo retrocesso.

Global Gender Gap Report 2025
O Global Gender Gap Report 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial em junho de 2025, analisa o progresso em direção à paridade de gênero em mais de 140 países, considerando quatro dimensões: participação econômica, educação, saúde e empoderamento político. A edição de 2025 aponta uma leve melhora global, com o fechamento de 68,5% da lacuna de gênero — um avanço tímido em relação ao ano anterior. No ritmo atual, estima-se que ainda levará cerca de 123 anos para que a paridade total seja alcançada. O relatório destaca que a desigualdade persiste especialmente no mercado de trabalho e na representação política, e reforça a urgência de acelerar os esforços por equidade de gênero em políticas públicas, ambientes corporativos e sistemas educacionais.

Panorama Mulheres 2025
A quinta edição da Panorama Mulheres mostra que elas continuam sub-representadas nos espaços de poder e decisão, com desigualdades ainda mais marcantes quando se considera o recorte de raça-etnia e deficiência. Apesar das lacunas persistentes, experiências já consolidadas no Brasil indicam caminhos possíveis para avançar. Políticas estruturadas, baseadas em compromissos públicos transparentes e mecanismos sólidos de governança, seguem como estratégias eficazes para transformar compromissos em resultados concretos. É nesse ponto de inflexão – entre os avanços já conquistados e os desafios que ainda se impõem – que se insere a Panorama Mulheres 2025. A seguir, os dados lançam luz sobre como o Brasil tem caminhado, em especial quando se trata da presença feminina no topo das organizações.

The State of Women and Leadership in Global Health
O relatório The State of Women and Leadership in Global Health, publicado pela Women in Global Health, revela um paradoxo persistente: embora as mulheres representem cerca de 70% da força de trabalho na saúde global — incluindo mais de 80% dos cargos em enfermagem e obstetrícia — elas ocupam apenas 25% das posições de liderança sênior. Essa disparidade é atribuída a normas culturais e vieses sistêmicos que limitam o avanço das mulheres, especialmente aquelas de países de baixa e média renda. O relatório destaca que, apesar de serem a base dos sistemas de saúde, as mulheres continuam sub-representadas nas decisões de alto nível, o que compromete a eficácia e a equidade desses sistemas. A pandemia de COVID-19 agravou essas desigualdades, evidenciando a necessidade urgente de ações concretas para promover a equidade de gênero na liderança em saúde.