Publicações

Women in Work 2026

Em sua 15ª edição, o Women in Work Index da PwC analisa o progresso rumo à igualdade de gênero no mercado de trabalho de 33 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A edição deste ano mostra que o Reino Unido subiu uma posição no ranking, mas o avanço estrutural perdeu fôlego. De forma mais ampla, o progresso na OCDE também se desacelerou, atingindo o ritmo mais lento desde a pandemia.

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Women in Business 2026

Apesar de muitas grandes organizações terem recuado em relação às iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I) em 2024 e 2025, líderes do middle Market permanecem comprometidas: 92,7% possuem iniciativas de DE&I implementadas, e três quartos continuam a priorizar a igualdade de gênero. Esse compromisso está fundamentado não em ideais, mas em pragmatismo empresarial. Lideranças equilibradas em termos de gênero impulsionam decisões mais assertivas, fortalecem a inovação e aceleram o crescimento. Porém, para desbloquear esses benefícios, líderes devem investir de forma visível em talentos femininos e comunicar claramente o valor comercial de uma liderança diversa.

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Além dos Números: os caminhos para acelerar a diversidade de gênero nos Conselhos de Administração do Brasil

A presença de mulheres nos conselhos de administração gera ganhos concretos para as organizações, ao fortalecer a governança, qualificar a tomada de decisão e ampliar a conexão com os desafios do negócio e com a sociedade. Ainda assim, os conselhos no Brasil seguem majoritariamente masculinos, apesar de as mulheres representarem mais da metade da população e do mercado de trabalho. Para contribuir com essa transformação, a EY-Parthenon, em parceria com o EY Professional Women’s Network (PWN) e o EY Center for Board Matters (CBM), realizou um estudo inédito com conselheiros, headhunters e investidores. O relatório mapeia as principais barreiras à participação feminina, identifica agentes de mudança e apresenta recomendações práticas, além de aprendizados do contexto internacional.

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Percepções sobre justiça racial e desigualdade de gênero no Brasil

O estudo “Percepções sobre justiça racial e desigualdade de gênero no Brasil”, inspirado na metodologia do Edelman Trust Barometer, encomendado pelo Mover e o MM360, mostra que a sociedade reconhece as desigualdades, valoriza iniciativas inclusivas e espera que empresas e lideranças tenham papel ativo na transformação.

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Diversidade nas empresas no Brasil

O estudo inédito apresenta um mapeamento da estrutura, da governança, das ações implementadas pelas empresas, além de apontar quais são as perspectivas futuras. Ele ajuda a entender como as iniciativas de DEI têm se refletido em transformações concretas nos ambientes de trabalho. Neste e-book, você confere os números exclusivos da pesquisa, análises, tendências e exemplos de companhias que incorporaram DEI em seu DNA e que, apesar do cenário adverso, não optaram pelo retrocesso.

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Global Gender Gap Report 2025

O Global Gender Gap Report 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial em junho de 2025, analisa o progresso em direção à paridade de gênero em mais de 140 países, considerando quatro dimensões: participação econômica, educação, saúde e empoderamento político. A edição de 2025 aponta uma leve melhora global, com o fechamento de 68,5% da lacuna de gênero — um avanço tímido em relação ao ano anterior. No ritmo atual, estima-se que ainda levará cerca de 123 anos para que a paridade total seja alcançada. O relatório destaca que a desigualdade persiste especialmente no mercado de trabalho e na representação política, e reforça a urgência de acelerar os esforços por equidade de gênero em políticas públicas, ambientes corporativos e sistemas educacionais.

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Panorama Mulheres 2025

A quinta edição da Panorama Mulheres mostra que elas continuam sub-representadas nos espaços de poder e decisão, com desigualdades ainda mais marcantes quando se considera o recorte de raça-etnia e deficiência. Apesar das lacunas persistentes, experiências já consolidadas no Brasil indicam caminhos possíveis para avançar. Políticas estruturadas, baseadas em compromissos públicos transparentes e mecanismos sólidos de governança, seguem como estratégias eficazes para transformar compromissos em resultados concretos. É nesse ponto de inflexão – entre os avanços já conquistados e os desafios que ainda se impõem – que se insere a Panorama Mulheres 2025. A seguir, os dados lançam luz sobre como o Brasil tem caminhado, em especial quando se trata da presença feminina no topo das organizações.

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The State of Women and Leadership in Global Health

O relatório The State of Women and Leadership in Global Health, publicado pela Women in Global Health, revela um paradoxo persistente: embora as mulheres representem cerca de 70% da força de trabalho na saúde global — incluindo mais de 80% dos cargos em enfermagem e obstetrícia — elas ocupam apenas 25% das posições de liderança sênior. Essa disparidade é atribuída a normas culturais e vieses sistêmicos que limitam o avanço das mulheres, especialmente aquelas de países de baixa e média renda. O relatório destaca que, apesar de serem a base dos sistemas de saúde, as mulheres continuam sub-representadas nas decisões de alto nível, o que compromete a eficácia e a equidade desses sistemas. A pandemia de COVID-19 agravou essas desigualdades, evidenciando a necessidade urgente de ações concretas para promover a equidade de gênero na liderança em saúde.

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E a liderança? Resposta gerencial a denúncias de assédio sexual

As consequências do assédio sexual no ambiente de trabalho são devastadoras. As vítimas frequentemente desenvolvem ansiedade, depressão, angústia e, em casos extremos, comportamentos suicidas. Além disso, muitas enfrentam retaliações ao denunciar os abusos, o que prejudica suas trajetórias profissionais e dificulta a permanência no emprego. Para as organizações, os impactos também são significativos, com aumento do absenteísmo, alta da rotatividade de funcionários e danos à reputação. As pesquisas sobre o tema têm abordado os fatores que perpetuam o assédio sexual, as consequências para as vítimas e as barreiras encontradas na busca por justiça ou medidas de prevenção. Contudo, um aspecto segue pouco explorado: o papel da liderança no enfrentamento dessa violência.

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Maternidade solo e carreira: como as empresas podem apoiar mães cuidadoras principais

A maternidade solo não pode continuar sendo invisibilizada dentro das empresas. Com políticas adequadas, as companhias podem garantir que essas profissionais tenham oportunidades reais de crescimento e consigam equilibrar trabalho e maternidade com mais suporte. O futuro do mundo corporativo passa pela equidade de gênero. E a valorização das mães solo é um passo essencial nessa jornada.

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