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Profissionais negros continuam invisíveis dentro das empresas

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Estudo do Center for Talent Innovation (CTI) revela que profissionais negros se incomodam com a falta de apoio de seus gestores e com o ciclo de exclusão que os mantêm distantes dos cargos de liderança.

Participaram do levantamento mais de 3 mil profissionais entre 21 e 65 anos, empregados em funções administrativas ou de gestão com, no mínimo, diploma universitário. Mais da metade dos participantes se identificou como branco e 520, como negros.

Confira os principais resultados da pesquisa:

  • Profissionais negros são quase quatro vezes mais propensos a dizer que sofreram preconceito racial no trabalho
  • 43% dos executivos negros tiveram colegas que usaram linguagem inadequada nas suas presenças.
  • Quase 1 em cada 5 (19%) profissionais negros acham que alguém como eles nunca alcançaria uma posição de destaque em suas empresas, comparado a apenas 3% dos profissionais brancos que se sentem assim.
  • Pelo recorte de gênero, mulheres negras têm menos probabilidade de ter acesso ao mesmo apoio que as mulheres brancas. Por exemplo, 35% das brancas participantes da pesquisa disseram ter indivíduos em suas redes que defenderam suas ideias e habilidades, em comparação com 19% negras.
  • 40% de todos os entrevistados, independentemente da raça, disseram que as empresas em que trabalham possuem programas efetivos de diversidade e inclusão.

No documento há uma série de recomendações para que as empresas promovam e retenham profissionais negros e reforça a importância de abordar a igualdade racial entre os colaboradores.

Um resumo do relatório Being Black in Corporate America on Intersectional Exploration está disponível na área de publicações do site do Movimento. Para acessar, clique aqui.

Com informações do Valor Investe e do Cision PR Newswire.

Uma resposta para “Profissionais negros continuam invisíveis dentro das empresas”

  1. Estou presidente de uma ONG Associação Cultural e Social Sonho Nosso. Mas estamos renovando o Estatuto e o Regimento Interno. Eu Lucinede senti a discriminação no courinho queria ocupar um cargo na mesa de condução do Conselho Municipal da Mulher aqui em Santa Luzia MG. Não deixaram dizendo assim que a ONG não tinha um item que falava de mulher. Sou estudante Universitária formo este ano em serviço social. Também sofri discriminação em apresentar o seminário na sala de aula dizendo assim. Que eu parecia aluno de ensino medio .Gostava de discutir o trabalho. Nao me convenceu. Tomei liberdade e fundei a bandeira de violencia contra as mulheres. O hino das mulheres para nos unirem. O movimento social Vida & Sepultura. O grito de guerra para nos as mulheres. E o nosso uniforme de reagirmos em coletividade. Enquanto nos não unirmos os crimes barbaros so ira crescer. Meti a boca no trombone , porque se não as politicas contra nos mulheres negras so crescem. E não para por ai não muito em breve criarei outro desenho bastante impactante para nossa sociedade civil. Pois o mundo esta precisando de um puxão de orelha. Ainda vou fazer mais estamos colocando uns tres itens sobre mulhers negras e um hino para nos unirmos de norte a sul do pais. Irei mandar meu contato pessoal aí. Amei a reportagem de voces me ajudou a ter ideias sobre algum assunto discriminatório.

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