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Mulheres continuam sub-representadas em campos científicos que impulsionam a revolução digital

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Foto de uma jovem em frente a uma tela com várias linhas de código e uma digital gigante, ela toca na tela com a mão esquerda.

Apesar dos esforços feitos para atingir a equidade de gênero em áreas ligadas à revolução digital, as mulheres ainda continuam sub-representadas em setores como computação, tecnologia da informação, engenharia, matemática e física. Os dados são do Unesco Science Report 2021 divulgado no último mês pela Unesco.

Segundo o documento, elas representaram um terço dos pesquisadores em 2018, e alcançaram a paridade quando se trata de cargos nas ciências em muitos países. Em contrapartida, são apenas 28% dos estudantes formados em engenharia e 40% de ciências da computação. Ocupam apenas 22% das vagas dos profissionais que atuam na área de Inteligência Artificial.

Outro ponto que contribui para manter esse gap entre os gêneros é que as mulheres nas áreas de ciência e tecnologia têm menos probabilidade do que os homens de conseguirem um financiamento. Startups lideradas por elas, por exemplo, receberam apenas 2,3% do capital de risco em 2020, de acordo com relatório da Harvard Business Review.

No mundo acadêmico, mesmo sendo duas vezes mais produtivas, as mulheres também receberam menos investimentos. A Unesco ainda aponta que, embora elas representem quatro em cada dez acadêmicos em todo o mundo, geralmente são as que enfrentam mais barreiras para progredir.

Em um mercado do futuro que será impulsionado pelo digital, os avanços em tecnologias com IA confundirão as fronteiras entre o homem e a mulher que formam a base da diferença de gênero, diz a organização. Ela alerta ainda que com a pandemia e as mudanças no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, é preciso criar políticas que garantam que elas não passem uma quantidade desproporcional de tempo como cuidadoras, educadoras e donas de casa não remuneradas e acabem ficando sem acesso à educação e informação, o que as impeça de competir igualmente com os homens pelos empregos do futuro.

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Para ler o relatório na íntegra, em inglês, acesse https://bit.ly/3xQVj0d.

Com informações da Forbes.

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