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Executivas ocupam cerca de 14% das cadeiras de conselhos no Brasil e a maioria é branca e heterossexual

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Foto posada de uma mulher branca e com cabelos grisalhos lisos e na altura dos ombros, com o corpo apoiado em uma mesa em um escritório.

Atualmente, no Brasil, cerca de 14% das cadeiras de conselhos nas empresas de capital aberto são ocupadas por mulheres – 97% brancas, 98% heterossexuais e 74% que moram na cidade de São Paulo. Os dados fazem parte da primeira edição do levantamento Retrato da Conselheira no Brasil feito pela Women Corporate Directors e a KPMG, e mostra que, apesar da participação delas ter crescido vagarosamente ao longo dos anos, ainda é preciso avançar com relação às interseccionalidades.

O levantamento, que contatou 200 conselheiras, revela ainda que 93% das entrevistadas têm um ou mais diplomas além do ensino superior. Os mais recorrentes são de especialização ou MBA (57%) e mestrado (27%), seguido por doutorado (7%) e pós-doutorado (2%). Dentro da amostra, 47% têm certificações para conselhos e 46% de governança corporativa.

Com relação à formação profissional, 28% das conselheiras são formadas em administração, 16% em finanças e 12% em engenharia e direito. Também aparecem, em uma porcentagem bem menor, psicologia, ciências biológicas, física e matemática, tecnologia, ciências sociais, pedagogia e educação.

Como atrair e promover lideranças femininas nas empresas

Para aumentar a presença feminina no topo é imprescindível ter ações afirmativas focadas na promoção dessas profissionais. Programas de mentoring, sponsorship, dentre outros, são algumas formas de prepará-las para que possam assumir esses cargos.

No e-book “Atração, desenvolvimento e promoção de lideranças femininas”, disponível para download gratuito no site do Movimento Mulher 360, destacamos algumas diretrizes. Confira.

  • Criar oportunidade de networking informal em horários de trabalho;
  • Dar visibilidade e reconhecimento às mulheres por tomadas de decisões;
    Fornecer feedback focado em sagacidade negocial e no impacto das métricas de negócio, não apenas comunicação e estilo;
  • Orientar sobre carreira e coaching que contestem autopercepções negativas e demonstrem que o progresso é conquistável;
  • Ter consciência e buscar neutralizar vieses inconscientes em todos os processos.

Quer exemplos práticos de como promover mais mulheres à cargos executivos e desenvolver profissionais para a linha de sucessão? Ouça o episódio 7 do MM360Cast, disponível em nosso site e nos principais tocadores, e fique por dentro das ações promovidas pelas empresas associadas PwC, VLI e DOW.

Com informações do Valor Econômico.

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