Ir para o conteúdo [1]

Cresce a participação feminina em tecnologia, logística e engenharia

Compartilhe:
Foto de uma mulher jovem digitando no teclado de um laptop

Levantamento feito pela Gupy, empresa de tecnologia para recursos humanos, revela as áreas que mais contrataram em meio à pandemia. Segundo as oportunidades de trabalho publicadas em sua plataforma no último ano, houve um crescimento da participação feminina principalmente em setores com maior presença de profissionais homens, como logística (9,43%), tecnologia (5,68%) e engenharia (2,79%).

“A nossa tecnologia analisa todos os currículos de maneira igual, do primeiro ao último da lista, e monta um ranking de pessoas candidatas segundo a afinidade com a vaga, sem levar em consideração gênero, etnia, idade, região em que mora, universidade em que estudou ou qualquer outra característica que possa gerar algum viés inconsciente”, diz Mariana Dias, presidente e cofundadora da Gupy, em entrevista ao Valor Econômico.

O maior desafio continua sendo a ascensão das mulheres às posições de liderança. De acordo com a empresa, 41% das contratações de cargos gerenciais e apenas 27,4% de cargos de alta liderança, como diretoria, são preenchidos por elas. Os dados, no geral, apontam que ainda existem barreiras para a presença feminina no mercado de trabalho nas diversas posições, mas mostram também que esse percentual de diferença entre o público feminino e o masculino está ficando cada vez menor.

“Para cargos de alta liderança, por exemplo, as pessoas ainda relacionam as posições a homens brancos, heterossexuais, de determinada idade, formados nas melhores universidades, como se houvesse só um perfil ideal. Para mudar isso, a tecnologia não basta: é preciso uma mudança de mindset”, explica a executiva.

Sua empresa ou organização precisa de dicas para atrair, reter e desenvolver lideranças femininas? Baixe agora mesmo o e-book Atração, Desenvolvimento e Promoção de Lideranças Femininas, e ouça os episódios 7 e 9 do nosso podcast que falam sobre o tema. Para cases de outras companhias, acesse nosso Banco de Práticas.

Com informações do Valor Econômico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *