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Movimento Mulher 360 apoia Diálogos de Diversidade do Grupo Pão de Açúcar

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No dia 18/09, das 8h30 às 13h, o Grupo Pão de Açúcar (GPA), associado do Movimento Mulher 360, vai realizar o evento Diálogos de Diversidade, em São Paulo (SP).

Com painéis voltados aos cinco públicos prioritários para o GPA (PcD, Negros, Mulheres, LGBT e Jovens), o encontro trará visões, conceitos, depoimentos e vivências sobre diversidade e inclusão. Para participar, basta fazer sua inscrição no link do evento.

A iniciativa conta com o apoio da ABRH Brasil, da ADP, do Fórum de Empresas e Direitos LGBT, do Movimento Mulher 360 e da ONU Mulheres Brasil.

Programação

8h30 – Welcome Coffee
9h – Abertura Antonio Salvador, Vice-Presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade

Apresentações

Mulheres

Adriana Carvalho (gerente dos Princípios de Empoderamento das Mulheres – ONU Mulheres)

Cristina Palmaka (CEO SAP Brasil)

Pessoas com deficiência

Flávia Cintra – jornalista e repórter

Negros

Jorgete Lemos, Diretora de Diversidade da ABRH Brasil
Ricardo Gonçalves, Head of IT BP CS Product Supply latam da Bayer

Jovens

Raj Rani, Expert de Inovação da Cia de Talentos/Grupo DMRH e professor de Inovação Social no Amani Institute

LGBT

Reinaldo Bulgarelli, Secretário Executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBT

Márcia Rocha Empresária, advogada, pós-graduada em Educação Sexual e coordenadora do Prjoeto Transempregos

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Ronaldo Iabrudi
Diretor-Presidente

Apresentação Musical

INFORMAÇÕES GERAIS

Diálogos de Diversidade GPA
Horário: 8h30 às 13h
Data: 18/09/2017
Endereço: Rua Capitão Pinto Ferreira, 225 – São Paulo – SP.
Inscrições: https://goo.gl/omhsFG

  • po_si_ti_vi_da_de_

    Faltou o womanplaining, que é a junção das palavras woman(mulher) + complaining(reclamar), que basicamente resume as reclamações das mulheres no dia a dia em relação aos homens e suas misérias. É um retrato do que os guerreiros de justiça social e o feminismo se tornou nos últimos 5 anos: ao invés de reivindicar direitos e lutar por problemas que fazem sentido como o paygap, educação de adolescentes contra estupro e assédio para TODAS as mulheres, ficam reclamando de problemas simples como esses que afetam apenas partes de mulheres da alta classe média ou em países desenvolvidos. E mais, ainda ficam os importando para o Brasil, para “problematizar/lacrar” aqui também. É hilário!

    • Rê Soares

      faltou o chororo de machinho de ego frágil.

      • po_si_ti_vi_da_de_

        A palavra existe, vcs deviam ter a colocado na lista.

        • Karen Pierezan

          Você entendeu errado, querido. Ninguém falou que essas situações explicadas no texto são mais graves do que as que você citou. No entanto, merecem ser conhecidas e discutidas. Não minimize o problema dos outros só porque não é seu.

          • po_si_ti_vi_da_de_

            É um movimento, é uma ideologia logo estão sempre sob a possibilidade de criticismo. Eu critico isso pois está banalizando o movimento, o que lhes tira a credibilidade. O feminismo, principalmente nas gerações mais novas não vem sendo levado a sério por conta de banalizações como essas de mansplaining, manspreading, entre outras. Sem contar que “tudo é sexismo”, “tudo é ofensivo” o que ainda piora a situação e trás grupos reacionários contra o feminismo.

            Não me entenda mal, tenho mãe, irmã, primas, namorada, as quero bem, que tenham as mesmas oportunidades na vida que eu tenho. Minha namorada é a mulher mais forte que já vi na vida e na sua profissão ela deixa muitooooos homens para trás. O feminismo é o que as representa e deve focar em problemas reais como gender paygap, estupro, assédio, aborto e não nessas coisas que não fazem sentido e só trazem gente contra o movimento.