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Boticário incentiva aleitamento materno na volta da licença

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Seja por conta da realidade financeira da família, ou por uma opção pessoal de não se afastar das atividades profissionais, ficar em casa após o nascimento do bebê e se dedicar exclusivamente à maternagem não é uma opção viável – ou desejável – para muitas mulheres. Mas, mesmo para as mães que optam por trabalhar fora, a realidade no dia a dia nas empresas traz também muitos desafios.

Nem todas as mulheres podem optar por não retornar ao mercado de trabalho para se dedicar à maternagem. Nem todas as mulheres desejam parar de trabalhar após o nascimento do bebê. Independente da decisão e da situação familiar, tanto as mães que querem voltar a trabalhar, quanto as que voltam por precisarem, enfrentam uma série de desafios nesse processo.

“Não temos máquina de teletransporte. Eu entrava às 9h; tinha que acordar às 7h, arranjar alguém pra ficar com meu filho. Sair às 8h de casa por causa do trânsito para chegar às 9h no trabalho. Eu saia às 18h, chegava em casa às 19h. Meu filho dorme às 21h, então eu ficava ‘longas’ 3 horas com ele. As mães têm que voltar para o mercado, ou querem muito voltar, amam aquilo que fazem. O que está errado é o mercado que não as acolhe. Pelo contrário, exclui as mães”, em vídeo viral a blogueira Helen Ramos, do canal Hel Mother abordou o tema maternidade e trabalho trazendo relato de sua experiência pessoal.

Mas o empoderamento econômico das mulheres, e a importância da igualdade de gênero – no universo do trabalho – ganham destaque entre grandes empresas nacionais e internacionais, integrantes do Movimento Mulher 360, que começam a entender a importância de acolher mães e pais e colocar em prática e debater estratégias para tal.

Leia mais: Empoderamento econômico das mães: um investimento no futuro

O Grupo Boticário é uma delas. Composto por 7 mil colaboradores diretos, sendo 56% mulheres, oferece aos funcionários, além da licença-maternidade de 6 meses e paternidade de 20 dias, creche (ou auxílio-creche), apoio para a nutrição especial das crianças, auxílio educação infantil, apoio para compra de material escolar, acompanhamento para filhos especiais e sala especial para amamentação.

“E os investimentos feitos na criação desse vínculo familiar, geram engajamento. Esses benefícios dão segurança para pais e mães e permitem um maior equilíbrio entre a vida familiar e profissional. Os benefícios também contribuem para a permanência dos profissionais conosco após o retorno das licenças maternidade e paternidade”, explica Leandro Vaz Pereira, Gerente de Remuneração e Benefícios da empresa.

O incentivo ao aleitamento materno – tema sensível para muitas mulheres que retornam ao mercado de trabalho, que acabam não conseguindo manter a rotina de amamentação com seus bebês – também recebe um olhar atento por parte da empresa, que conta com salas de lactação em diversas unidades, onde a mãe pode fazer o esgotamento do leite materno e armazená-lo para levá-lo para casa.

“Preparada física e psicologicamente, a mãe conquista confiança e conhecimento para encarar positivamente um dos momentos mais belos da vida da mulher. Os programas estão diretamente relacionados ao compromisso do Grupo Boticário com o empoderamento da mulher para a igualdade de gênero – porque colocam mães e pais como corresponsáveis pelo desenvolvimento da criança e respeita o momento da mulher que se torna mãe”, finaliza o especialista.

Leia também: Empresas acolhem mães e pais e criam ambiente mais igualitário

Catraquinha e Movimento Mulher 360

O Catraquinha e o Movimento Mulher 360 defendem um mundo no qual as mães, enquanto mulheres com suas múltiplas dimensões, sejam acolhidas, respeitadas e valorizadas nos ambientes públicos e privados, e possam trabalhar e cuidar de seus filhos sem sofrerem discriminação. Com essa parceria, vamos produzir conteúdos exclusivos trazendo histórias de iniciativas de empresas que estão dando certo e que contribuem para alcançarmos essa transformação. Queremos inspirar líderes empresariais, gestores, formuladores de políticas públicas, homens e mulheres a construírem um mundo mais igualitário e sem disparidades de gênero.

  • Gabrielle Galle

    Li que vai haver um evento com a Meryl Streep sobre empoderamento. Acredito na causa, trabalho com ela, e sou super fã da Meryl. O que faço para ir assistir ao evento?