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Piauí é modelo nacional em políticas públicas para a mulher

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Aconteceu, no dia 21 de janeiro, em Brasília (DF), um encontro na Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), com a vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho, para falar sobre as políticas públicas do Estado do Piauí em relação às mulheres. Além dela, Eleonora Menicucci, secretária Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, recebeu Eugênia Vila, secretária Estadual de Segurança Pública, e Aparecida Gonçalves, secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da SPM.

O Estado do Piauí tem se destacado no enfrentamento ao feminicídio, com a criação de uma delegacia e um núcleo específicos para investigar esse tipo de crime. É também o único estado da federação que realizou dois julgamentos baseados na Lei do Feminicídio, com as devidas condenações dos acusados.

Por essas ações, o Piauí foi escolhido para elaborar diretrizes tendo em vista a comemoração de um ano da Lei do Feminícidio. Segundo Aparecida Gonçalves, o Piauí foi escolhido por ser o estado que está mais adiantado em relação às ações de combate a esse tipo de crime.

Para Margarete Coelho, vice-governadora do Piauí, esses avanços significam que o Estado tem muito a colaborar com o Brasil, não apenas nesse aspecto, mas em várias outras iniciativas que preveem a proteção e a inserção da mulher em segmentos diversos da sociedade, incluindo o produtivo.

Fortalecimento das políticas públicas

Ainda em Brasília, Margarete Coelho e Eugênia Villa se reuniram com Tatau Godinho, secretária de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres, e Simone Schaffer, coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres, para falar sobre as ações de fortalecimento das políticas públicas voltadas para a mulher no Piauí. A pauta principal da reunião foi a integração do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça por meio de empresas públicas e privadas no Estado.

Segundo Tatau Godinho, a iniciativa do Governo Federal, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres tem muita expectativa de firmar parceria com o Governo do Piauí. Na reunião, a vice-governadora do Piauí recebeu o selo de Pró-Equidade de Gênero e Raça como forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido a favor da equidade de gênero. Margarete afirmou que o Governo do Estado do Piauí vai trabalhar para que o Programa ganhe destaque, para conscientizar e incentivar empregadores e empregadoras em relação às práticas de gestão de pessoas e de cultura organizacional que promovam a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens dentro das organizações.

Fontes: SPM e Portal do Governo do Estado do Piauí

  • Kaue Momi

    Bom dia! Preciso entender o ponto em que as mulheres ganham menos do que os homens NO BRASIL. É uma informação que não entendo, mesmo tendo lido várias vezes em reportagens. Como as mulheres ganham menos exercendo a mesma função profissional de um homem? Meu ponto de confusão é: essa situação seria uma causa trabalhista ganha para qualquer advogado mediano. É ilegal. Dessa forma, como esses números são sempre altos? Aliás, como isso existe? Preciso entender o racional utilizado para chegar nessa informação, pois isso não me deixa sossegado.
    Obrigado desde já.