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Os cinco maiores desafios de trabalho enfrentados por mulheres nos países do G20

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Os cinco maiores desafios de trabalho enfrentados por mulheres nos países do G20

Um estudo recente, realizado pela Thomson Reuters Foundation, em parceria com a Rockefeller Foundation, buscou apontar os cinco maiores desafios de trabalho enfrentados pelas mulheres nos países do G20. A pesquisa foi respondida por mais de 9.500 mulheres e o resultado você acompanha abaixo:

Equilíbrio entre a vida pessoal e a carreira:

Com 44% das respostas, essa é a questão que mais preocupa as mulheres do G20, especialmente na Ásia. Segundo uma das entrevistadas, existe uma linha tênue entre as obrigações familiares e empregos exigentes que esperam, por exemplo, flexibilidade e horas extras de seus funcionários.

Desigualdade salarial:

As mulheres estão cada vez mais cientes de que, em escala global, elas recebem salários menores do que homens que realizam o mesmo trabalho. Apenas nos Estados Unidos, 58% das entrevistadas colocaram essa como a questão mais urgente a ser resolvida. No Brasil, esse número foi de 43%.

Falta de oportunidades:

Além da desigualdade salarial, 48% das mulheres acreditam que os homens têm mais acesso ao trabalho e 47% concordam que eles têm mais oportunidades de crescimento dentro das empresas em que estão empregados.

Assédio no local trabalho:

A pesquisa aponta que quase um terço das mulheres do G20 dizem que foram assediadas no trabalho, mas mais de 60% delas não denuciaram a ocorrência. A maioria não o fez por medo de ser demitida ou desacreditada. No Brasil, apenas 10% delas dizem que reclamariam.

Ter filhos e manter a carreira ao mesmo tempo:

A pesquisa também apontou tendências positivas. Os resultados mostram que as mulheres, especialmente as da “Geração Milênio”, sentem-se mais confiantes no ambiente de trabalho. Além disso, elas sentem que podem ter filhos sem prejudicar a carreira, e confiam que possuem as mesmas chances que os homens de começar seu próprio negócio. 74% desse grupo mais otimista são do Brasil.

Fonte: Site oficial da pesquisa e Finanças Feministas